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quarta-feira, 19 de setembro de 2007

Teu olhar me desnuda
diante dele
sinto-me nua
nua e frágil
como a lua
Por isso entrego-me
de forma plena
e inconseqüente
Não há lucidez em meus atos
quando estou perto de ti
Por isso tenho medo
medo do que sinto
medo de você.

3 comentários:

gata proybida disse...

lindo poema!!!

Anônimo disse...

Quero a lucidez de tua alma
e a lucidez de teu corpo

...

Anônimo disse...

ambivalência
desejos
irreparáveis
teu corpo
uma obra de arte
uma obra
felicidade